Eu construí meu castelo de cartas
No topo de uma alta montanha
E numa noite de tempestade
Meus sonhos simplesmente caíram.
Eu tentei gritar, mais não havia voz
Só esse ruído triste dos ponteiros do relógio
Aumentando a distância e o tempo
Eternizando a tua lembrança ainda mais dentro de mim.
Foram bons os momentos, mais acabaram.
E a vida volta a sua velha rotina de memórias.
Enquanto um pássaro voa alto no céu,
Eu procuro pelas estrelas em plena manhã de sol.
Sem poder gritar ao mundo o quanto te amo,
Transformo a voz, em uma escrita sem ritmo
Um poema sem rimas ou versos.
Tal qual a minha vida sem você.
Algo que apenas vaga, esperando um sinal.
Desta vez, porém, me sinto bem.
Porque agora sou um poeta que aprendeu a amar.
E apesar de sentir a tua falta,
Disse-lhe tudo o que havia pra ser dito.
E sem esse gosto amargo do silêncio
Posso fechar meus olhos e lembrar-me das palavras.
O destino, mais uma vez a levou para longe.
Mais teus olhos me disseram em segredo
Que continuarão me amando onde quer que esteja
E só por isso fico bem.
Porque acredito no teu olhar.
E se eu chorar, não será pela saudade
Mais sim, pelas boas lembranças que você me deu.
Te amar, não é muito fácil.
Mais é o que me faz feliz.
E um dia, você volta, e fica pra sempre.
Mais até lá, sou eu quem continuará pra sempre
Te amando em silêncio...

Nenhum comentário:
Postar um comentário